• Depoimentos
  • Juliana Cividanes, Kaiah e Balli

  • Por
  • Eduardo

    Quando peguei um pastor alemão para morar na chácara que meu pai tem no interior de São Paulo, não imaginava que minha vida iria virar de ponta cabeça. A Kaiah chegou com 90 dias e com um propósito, ir viver na casa do interior.

    Porém, como era um filhote, decidi que ficaria no meu apartamento até estar grande o suficiente para não me preocupar ao deixá-la aos cuidados do caseiro.

    Nesse meio tempo ela sofreu uma queda e consequentemente uma fratura na perna, passou por cirurgia e colocou 2 parafusos nos ossos. Resultado: Um mês de repouso.
    Foi quando percebi que ela não iria mais para a chácara. Assumi a responsabilidade de criá-la sozinha em São Paulo, detalhe: em um apartamento. Porém, os problemas começaram a aparecer.

    Com 04 meses de vida a Kaiah mordia. Mordia para chamar a atenção, mordia para brincar, usava a boca para tudo.
    Os passeios com ela eram um tanto quanto estressantes, ela ficava extremamente agitada ao encontrar outro cão na rua. Latia, puxava, arrepiava os pelos das costas.

    Não demonstrava agressividade, mas era difícil controla-la. Eis que descobri o Matilhando pelo Instagram e pedi ajuda. Afinal, meu pastor alemão iria crescer e se eu não tivesse o total controle do cachorro.. teria um grande problema em mãos.

    Na consulta comportamental o Roberto já me deu algumas dicas e era nítido como a comunicação dele com ela era eficaz.
    Começamos um “Late Puppy Class” com a Kaiah e isso foi fundamental pra melhora da minha relação com ela. Puder ver que tudo o que eu me queixava era culpa da minha postura. Incrível como eu aprendo todos os dias com o Roberto e a Erika e como faz diferença quando aplico meus aprendizados na Kaiah.

    É um processo diário, não acaba nunca! Pro resto da vida! Mas é, sem dúvida, a missão mais gratificante que eu já assumi. A Kaiah me respeita, não morde mais, é extremamente dócil e sociável com outros cães, crianças e pessoas. Sabe quando está sendo corrigida e, o principal, evolui a cada dia durante nossas caminhadas. Hoje é uma delícia caminhar com ela… Quanta diferença!!! Além disse, as aulas de natação foram essenciais na recuperação da fratura dela.

    Não paramos por aí… quando vi que dava conta, cheguei a conclusão que “um é pouco, dois é bom..”. Conversei com o Roberto e com a Erika e decidi que pegaria mais um cachorro. Fomos conhecer uma ninhada de Golden Retriver e com a ajuda do Roberto, que, devido ao seu conhecimento em psicologia canina,me ajudou a escolher o filhote que mais se adaptaria à minha matilha, escolhemos a Balli.

    Uma filhote de energia média. Balli sempre foi calma e fácil de lidar, apesar de ser um filhote e ter seus momentos de traquinagem. Começou no Puppy Class logo que chegou em casa (aos 60 dias de vida) e isso contribuiu muito para evitar que eu tivesse problemas comuns que a maioria das pessoas têm com a chegada de um cachorrinho. Ela sempre foi muito bem direcionada, tanto nas aulas quanto em casa.

    As conversas diárias com o Roberto e a Erika (os puxões de orelha também) me ajudam a instruir melhor minha matilha e criar cachorros mais felizes. Agora com 04 meses de vida, é impressionante como a Balli é obediente, calma, sociável. Ela ama aprender, é um filhote feliz, não me dá trabalho… pelo contrário… consigo aproveitar da melhor forma todo o tempo que temos juntas.

    As duas se dão super bem, aprendem todos os dias que temos momentos de exercício, momentos de obediência e momentos de brincadeiras. É um aprendizado diário, quando tudo dá certo, a minha lição de casa é: “Amanhã faça novamente, e depois de amanhã, de novo!”.

    Eu gostaria que todos os donos de cães tivessem a oportunidade de trabalhar com profissionais como o Roberto e a Erika. Veríamos pessoas mais conscientes das necessidades dos cachorros e, conseqüentemente, matilhas menos problemáticas.

    Nossa matilha de 03 meninas é eternamente grata ao Matilhando, aos humanos e aos cães que estão lá, sempre colaborando para que o relacionamento entre essas duas espécies seja cada vez mais feliz.

    Juliana Cividanes

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